sábado, 27 de abril de 2013

DIA 04 DE MAIO TEM LUTA COM VITOR FREITAS EM SÃO PAULO

Agora é pra valer, confirmado dia 4 de maio em São Paulo um amistoso de Boxe com o sobrinho do Acelino Popó Mão de Pedra, Vitor Jones Freitas que volta aos ringes com todo gás depois de vários problemas com patrocínios, mas tudo resolvido para sua volta. A luta na categoria leve 61 quilos traz novamente o futuro sucessor de Popó que está treinando três vezes ao dia com seu tio e técnico Luís Claudio, Vítor Freitas está se dedicando para não decepcionar a família Freitas."Eu venho preparando ele para ser um Popó da vida". A frase é do treinador e ex-atleta Luís Cláudio Freitas, irmão de Popó e responsável pela formação do último grande talento brasileiro no boxe. Agora ele estava envolvido na formação de Vitor Freitas, sobrinho-neto do ex-campeão mundial. Porém, um doping na luta de estreia atrapalhou esses planos e tem obrigado Luís a pedir ajuda ao jovem. Até mesmo o apoio de um ex-rival de Popó, Michael Oliveira, é vista com bons olhos.Vitor Jones foi flagrado no teste antidoping em agosto do ano passado, após a vitória contra o americano Rocco Espinoza, por uso de testosterona sintética. Ele diz ter tomado a substância escondido de Popó e Luís Cláudio, que o acompanharam nos Estados Unidos. A notícia caiu como uma bomba para a família, que apostava no garoto para manter a tradição no boxe e salvar parentes de uma vida difícil. Mas agora Vitor Freitas, aprendeu a lição e estar treinado com todo gás para trazer o orgulho de volta a família Freitas. Mais informações no Blog pessoal,http://blogvitorfreitas.blogspot.com.br/

terça-feira, 12 de março de 2013

Vítor vai atrás do recomeço.

O sobrinho de Popó fez no ringue o que seu tio era mestre: nocaute no adversário
Alexandre Santos FONTE JORNAL MASSA 


No dia em que estreou como profissional pelos pesos-penas, em julho do ano passado, o soteropolitano Vitor Freitas não imaginava que seu primeiro nocaute lhe renderia um duro golpe minutos depois de ele deixar o ringue.
Sobrinho do ex-pugilista Acelino Popó, o rapaz, hoje com 19 anos, foi pego em exame antidoping no duelo contra o norte-americano Rocco Espinoza, na cidade de Nevada, nos Estados Unidos.
Vitor, que precisou de apenas 2 minutos e 11 segundos para derrubar o rival ainda no primeiro assalto, admite ter feito o uso de uma substância minutos antes da luta. O resultado “positivo” foi dado no vestiário e o gancho– uma suspensão de nove meses e o pagamento de 600 dólares [cerca de 1.200 reais] – foi recebido, por e-mail, quando ele já estava de volta ao Brasil. A multa foi paga, mas as lembranças ainda incomodam ele e  os que o cercam.
“Fiquei arrasado, porque  o treinei desde cedo. Ele devia ter perguntado  se poderia ou não tomar.  Mas  tomou escondido”, afirma o treinador Luis Cláudio Freitas, tio do Vitor e ex-sparring do irmão Popó.
Passados oito meses do “flagra” que o fez cogitar até mesmo a deixar a carreira , o pupilo do “Mão de Pedra” diz ter apreendido a lição. O ocorrido, segundo ele, serviu para que não volte a vacilar novamente no futuro.  “Confesso que fiquei  desanimado. Mas voltei a treinar duro há duas semanas. Meu tio Popó ligou e me incentivou, dizendo que vai arranjar uma luta pra mim daqui a um ou dos meses”, contou Vitor com exclusividade  ao MASSA!
E se depender do incentivos do tio coruja, a nova aposta da família Freitas  tem tudo para brilhar. “Vencer na estreia,   com nocaute no primeiro round, não é pra qualquer um”, elogia Popó.
Se a responsabilidade de se tornar herdeiro de um tetracampeão mundial o assusta? Vitor garante que não! “Minha meta é ser campeão do mundo. Se Deus quiser!”.

Tio Luis Cláudio vê caso como ‘infelicidade’
À época do doping, Vítor Freitas confessou ter ingerido “testosterona sintética”, substância popularmente conhecida como "abelhinha".
Encontrado facilmente em farmácias Brasil afora, muitos atletas costumam usar o estimulante, que  é facilmente diagnosticado em exames. “Usei uma vez, quando era amador. Ninguém me indicou. Eu mesmo comprei, quando estive em São Paulo”, afirma o jovem pugilista, dizendo-se “muito arrependido”.
Para o treinador Luis Cláudio Freitas, o caso do sobrinho foi uma infelicidade.  “Quem conhece o Popó e  a mim sabe que a gente não permitiria isso", lamenta ele, que chegou a pensar que  o sonho de Vitor poderia ir por água abaixo. "Estou no boxe há muito tempo e essa história de doping certamente ameaçaria seu futuro”, diz.